Diagnóstico
Por compartilhar sintomas com outras condições neurológicas, a distonia pode ter diagnóstico difícil, de acordo com a neurocirurgiã Vanessa Holanda. Por isso, é importante buscar profissionais especializados, para evitar erros na identificação da doença e início tardio do tratamento.
O diagnóstico é clínico e geralmente é feito após o paciente procurar um neurologista com sintomas iniciais, como espasmos na região dos olhos, movimentos involuntários de um só lado da face, contração da musculatura mastigatória, padrão de voz cansado e voz entrecortada ou sussurrada e difícil de compreender, torcicolos espasmódicos, contração excessiva do antebraço ao escrever ou dos pés ao caminhar.
O médico também investigará o histórico detalhado do paciente e da família, exames físicos e neurológicos anteriores e poderá pedir outros testes laboratoriais, de imagem ou genéticos, para chegar a um diagnóstico mais preciso e identificar possíveis causas secundárias da doença.