Tratamento

Ainda não existe cura para a doença de Parkinson. O tratamento é especificamente concentrado na restauração dos níveis de dopamina através da administração de medicamentos dopaminérgicos.2  Os padrões atuais de cuidados com o paciente recomendam a levodopa como a terapia de primeira linha para o controle sintomático durante os estágios iniciais e não complicados da doença de Parkinson. Infelizmente, o tratamento crônico com a levodopa frequentemente leva a efeitos colaterais significativos, especialmente discinesias (movimentos involuntários) e flutuações motoras.3

Outras terapias para o tratamento da doença de Parkinson severa incluem uma palidotomia (procedimento cirúrgico para destruir uma minúscula parte do globus pallidus criando uma cicatriz) e a estimulação profunda do cérebro. Os dois procedimentos ajudam a reduzir os sintomas da doença de Parkinson.4

Procedimento de Estimulação Profunda do Cérebro

O procedimento de estimulação profunda do cérebro inclui um dispositivo médico que envia sinais para o cérebro. Os sinais ajudam a controlar as funções motoras que são afetadas por sintomas de distúrbio de movimento, tais como tremores, lentidão e rigidez. 

O médico coloca no cérebro um ou dois fios isolados, chamados de eletrodos. Em seguida, os eletrodos são conectados ao estimulador (semelhante a um marcapasso), que é normalmente colocado sob a pele no peito. O dispositivo produz impulsos elétricos leves que estimulam uma região específica do cérebro. Isso pode ajudar a regular a sinalização no cérebro, resultando na melhora dos sintomas da doença de Parkinson. Apesar da estimulação profunda do cérebro não ser uma cura, ela pode ajudar a melhorar as atividades do dia a dia e a qualidade de vida. A maioria das pessoas continua usando os medicamentos para a doença de Parkinson, mas frequentemente a uma dose reduzida.

Topo (Inicio)